domingo, 1 de maio de 2011

Enfrentando Tempestades na Vida


                                                                                                                                                                     Por Robert J. Tamasy
                                              
Diversos tornados rasgaram caminho através da nossa comunidade recentemente. Ninguém morreu, mas várias residências foram severamente danificadas, muitas por árvores que foram arrancadas pelas raízes e lançadas contra as casas. Isso me lembrou o comentário de um empresário japonês após observar as consequências da passagem de um furacão. Ele disse que inúmeras belas árvores tinham sido arrancadas e espalhadas como se fossem ervas. Outras, porém, imponentes, tinham permanecido de pé, sem ser afetadas pela tormenta. Ele notou uma diferença: as árvores derrubadas possuíam raízes superficiais. Quando a chuva e os ventos chegaram, caíram com relativa facilidade.

Os que labutam no turbulento mundo empresarial e profissional sabem que o mercado global tem experimentado mudanças violetas e frequentemente inesperadas. Muitas organizações não sobrevivem a essas tempestades de incertezas. E como será que como indivíduos ou corporações fazemos para resistir aos ventos de mudança? Como evitar ser desarraigado e lançado à distância para perecer?

A chave é um sólido e resistente sistema de raízes. Corporativamente falando isso abrange um vigoroso sentido de missão. Em essência, “Por que estamos aqui e o que estamos fazendo?” Igualmente importantes são os valores que abraçamos. Isso responde à questão: “De que forma fazemos o que nos propomos fazer?”  Em outras palavras, quais as questões éticas inegociáveis? Quais os padrões com os quais nunca transigiremos, não importa a circunstância?

Outra parte importante do sistema de raízes  é a visão: onde estamos e para onde caminharemos? Como afirma Provérbios 29.18, “Onde não há visão, o povo perece...”. Podemos adotar os valores da cultura que nos rodeia; podemos escolher nossa missão entre inúmeras fontes; nossa visão pode assumir diversas formas. Porém, mesmo no século XXI, um sistema de raízes é incomparável: a Palavra de Deus. Eis algumas sugestões:

Fundamento sólido permanece vigoroso. Falando a Seus seguidores Jesus Cristo apresentou a analogia de uma construção. “Quem ouve esses Meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha” (Mateus 7.24-25).  

Fundamento instável desmorona rapidamente. Jesus avisou sobre a tolice de saber o que é certo e não colocá-lo em prática. “Mas quem ouve esses Meus ensinamentos e não vive de acordo com eles é como um homem sem juízo que construiu a sua casa na areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Ela caiu e ficou totalmente destruída” (Mateus 7.26-27). 

Fundamento eterno enfrenta qualquer tempestade. O mais seguro sistema de raízes, a Bíblia, declara que o segredo é estar firmado em crescente relacionamento com Deus através de Jesus Cristo. Ele estabelece nossa missão, define os valores e torna clara a visão. “Portanto, já que vocês aceitaram Jesus Cristo como Senhor, vivam unidos com Ele. Estejam enraizados Nele, construam a sua vida sobre Ele e se tornem mais fortes na fé...” (Colossenses 2:6-7). 

Próxima semana tem mais!


Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você já testemunhou a devastação causada por uma tempestade? Que impressões você teve?
2. Sua empresa tem um sistema de raízes?  Ele é firmado em uma missão, valores e visão cuidadosamente escolhidos e claramente expressos?
3. Você tem um sistema de raízes em sua vida pessoal? Você tem um senso de missão, valores que jamais se comprometerá e visão bem definida do que quer realizar em sua vida? Se sua resposta for negativa, você crê que poderia fixar raízes
4. Concorda com a afirmativa bíblica de que o sistema de raízes definitivo, o fundamento mais sólido é aquele firmado num relacionamento com Deus através de Jesus Cristo? Por que?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos: Mateus 13.1-8; Efésios 3.17-19; 1 Coríntios 3.10-15; 1Timóteo 6.17-19; 2Timóteo 2.19; Hebreus 1.10-12; 12.28-29.

Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Geórgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.  Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes.     

MANÁ DA SEGUNDA® é uma reflexão semanal do CBMC–Conectando Business e Mercado a Cristo, organização laica,  mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930. © 2011 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL - E-mail: mana@cbmc.org.br - Desejável a distribuição sem fins lucrativos. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.
Somos contra o SPAM na rede e em favor do direito à privacidade. Esta mensagem não é considerada SPAM, pois o remetente está identificado, o conteúdo claramente descrito e com a opção de exclusão de seu e-mail. Para exclusão do seu nome de nossa lista de mailing , por favor, envie um email para quem lhe enviou o MANÁ escrevendo "REMOVER DO MANÁ" no campo de assunto.

sábado, 23 de abril de 2011

A Missão Que Não Morreu

Por Robert J. Tamasy

Imagine ser membro de uma equipe de líderes executivos de uma avançada e inovadora companhia desenvolvendo uma nova e revolucionária tecnologia, com potencial para mudar milhões de vidas. O CEO é uma pessoa atraente e visionária, cuja energia contagiante prepara todos para um futuro incrível e produtivo.
 
Como parte da estratégia de pesquisa e desenvolvimento o CEO viaja para um país do terceiro mundo. Essa tecnologia – ele enfatizou – deve ter aplicação universal apesar das diferenças culturais. Completados os testes, o vôo de retorno está prestes a decolar, quando um terremoto atinge a pequena nação. Uma grande fenda se abre na pista do aeroporto arremessando a aeronave em aceleração violentamente nos ares, antes de fazê-la cair. Nenhum passageiro sobrevive.
 
O terremoto interrompeu as comunicações, mas as informações lentamente se tornaram conhecidas. Os demais executivos da empresa ficam entristecidos e em choque após ouvir relatos dando conta  que todos a bordo estavam mortos. Sem o CEO sua missão parece ter sido abortada de repente e as esperanças malogradas. A imensa necessidade global permanece, mas o CEO era o guardião da visão, aquele que lideraria a missão rumo ao futuro. Ele agora tinha partido.
 
Dois dias após o desastre, porém, as comunicações são restauradas. Sabe-se então, que o CEO impedido por um imprevisto, não estava naquele vôo. Ele está vivo e bem.
 
Evento similar ocorreu de verdade há mais de 2.000 anos, numa região do mundo com a qual todos estão familiarizados: o Oriente Médio. Um humilde líder chamado Jesus Cristo atraiu número considerável de seguidores. O entusiasmo era grande. Seus seguidores alimentavam grandes expectativas do que poderiam realizar sob a liderança dele. Mas repentinamente os sonhos se desvaneceram em um monte chamado Gólgota, onde Ele foi crucificado numa rústica cruz de madeira, enquanto líderes religiosos gritavam em entusiástica aprovação. Seus seguidores se espalharam,  subjugados pelo desespero e confusão. A causa, eles acreditavam, estava perdida. Era sexta-feira.
 
A manhã do domingo seguinte, entretanto, surgiu trazendo surpreendentes novas: o túmulo onde descansara o corpo Dele estava vazio. Testemunhas O tinham visto e conversado com Ele. Vivo? Como era possível? Nos dias que se seguiram, Jesus apareceu a cada um de Seus leais seguidores. Havia ressuscitado do túmulo. A missão que Ele iniciara foi reativada. Hoje, mais de 20 séculos depois, a causa de Cristo avança mais forte que nunca.
 
O que começou com um punhado de seguidores cresceu até tornar-se um movimento mundial, com incontáveis milhões de pessoas que continuam a levar a bandeira de Jesus Cristo e Sua mensagem atemporal e transformadora. No dia 22 de abril, seguidores Dele de todas as partes do globo irão observar a sexta-feira santa, relembrando Sua morte. Na Páscoa, em 24 de abril, será celebrada a Sua ressurreição. Considere o que diz a Bíblia:
 
· Mas Deus demonstrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado  – Romanos 5.8
· Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o Seu Único Filho, para que todo aquele que Nele crer não morra, mas tenha a vida eterna João 3.16
· E, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm... Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos... em Cristo todos serão vivificados – 1Coríntios 15.14-22
 
Estas são realmente boas novas para o mundo profissional e empresarial e demais áreas da vida.

Próxima semana tem mais!

Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)

MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2009 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, inglês, italiano e japonês.

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Questões Para Reflexão ou Discussão
 
1.      Você já trabalhou para alguma companhia ou organização que girava ao redor de um líder forte e carismático que constantemente inspirava seus seguidores? Como foi essa experiência?
2.      O que acontece quando um líder assim, o “guardião da visão”, se afasta, seja por motivo de morte, aposentadoria, mudança para outra empresa ou por fracassos pessoais?
3.   Em sua opinião, o que o impacto da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo revelam acerca de Sua mensagem? De que forma Sua vida e ensinamentos têm tocado sua vida?
4.   Qual a importância da Sexta-Feira Santa e da Páscoa para você? Qual sua significância para você como empresário e profissional?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Mateus 27.32-66; João 19.16-42; 20.1-31; Gálatas 2.20; 1Pedro 1.3-9; 1João 1.1-4. 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Liderando Com Humildade

Por Rick Boxx

Tenho ouvido líderes empresariais expressarem os mais elevados elogios a colegas ou empregados importantes. Todos nós gostamos de ser valorizados e elogiados, especialmente quando as pessoas para quem ou com quem trabalhamos nos dirigem palavras de aprovação. Porém, não muito tempo atrás fiquei impressionado com comentários feitos por um garçom durante uma conferência que eu liderava.
O rapaz percebeu que eu estava conduzindo o evento e decidiu aproveitar uma oportunidade e aproximar-se de mim para elogiar uma das convidadas. Ele apontou para Denise, talentosa empresária e professora que estava parada ali perto e afirmou: “Se Denise está envolvida com seu evento, então ele merece minha admiração”. E prosseguiu: “Denise é excelente profissional e ótima professora. Nosso pessoal ama servi-la, porque trata a todos muito bem”.
Denise é conhecida por sua perspicácia nos negócios. Contudo, despendeu tempo para demonstrar interesse e cuidado para com os empregados do hotel. Em vez de ostentar seu status e exigir ser tratada com deferência, tornou-se serva dos que a serviam.
Em seu inspirado livro, “Good to Great”, (titulo em português, "Empresas Feitas Para Vencer"), Jim Collins relata descobertas de um estudo realizado com empresas de alta performance. Uma das características que ele encontrou nos líderes de cada “empresa feita para vencer”, foi que demonstravam elevados níveis de determinação. Havia, porém, um segundo traço comum: humildade. Ele escreve: “...(Estes) líderes canalizam as necessidades de seu ego para longe de si, direcionando-as para o objetivo maior que é construir uma grande companhia... sua ambição está a serviço primeiramente e acima de tudo, da instituição e não de si mesmos”.  E mais adiante: “Aqueles que trabalham ou escrevem sobre tais líderes continuamente usam palavras como quieto, humilde, modesto, reservado, tímido, gracioso, moderado, retraído, sem ostentação”. Em outras palavras, segundo o autor, eram“aparentemente pessoas comuns quietamente produzindo resultados extraordinários”. 
Isso faz notável contraste com executivos cercados de publicidade que posam de celebridades, sobre os quais lemos, ouvimos e vemos na mídia. Os líderes que a equipe de Collins estudou
compreenderam os perigos de serem apanhados na armadilha da presunção.
No Novo Testamento da Bíblia isso é declarado da seguinte maneira: “...Não se achem melhores do que realmente são. Pelo contrário, pensem com humildade a respeito de vocês mesmos...”
(Romanos 12.3).  Jesus Cristo, cuja vida tem servido como o exemplo definitivo de humildade para incontáveis milhões de pessoas em todo o mundo, ensinou em Mateus 23.12: “Quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido.” 
A mensagem é clara: se você procura um grande líder, olhe para aqueles que servem com humildade. E se deseja se tornar um grande líder, primeiramente aprenda a arte de servir e de liderar com humildade. 
Próxima semana tem mais!


Rick Boxx é presidente e fundador da "Integrity Resource Center", escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)


MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2008 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.

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Questões Para Reflexão ou Discussão  

1. Você já fez parte de uma organização ou participou de um encontro em que um líder o impressionou não por atrair atenções para si, mas pela atitude humilde dele em relação aos outros?
2. Segundo Jim Collins, em sua opinião, por que humildade, capacidade de focar mais na necessidade dos outros, foi escolhida como uma das qualidades de líderes excepcionais?
3. Por que altivez ou arrogância são tão comumente exibidas por líderes preeminentes, enquanto aqueles que desempenham suas responsabilidades sem chamar atenção geralmente são negligenciados ou não valorizados? 
4. Como você reage ao ensino bíblico apresentado nos versículos citados? É fácil ou difícil aplicá-lo de forma prática ao cotidiano? 
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos: Provérbios 11.2; 15.33; 18.12; 22.4; Filipenses 2.3-4; 1 Pedro 5.5-6. 

O Segredo da Atitude

Por Robert J. Tamasy




“Você tem exatamente a atitude correta para lidar com esta situação.” “Você precisa fazer alguma coisa a respeito de sua atitude. Ela é horrível!” As duas afirmações são extremas. Mas realisticamente que diferença nossa atitude faz no desempenho das responsabilidades diárias? Se fomos devidamente treinados, possuímos habilidade e experiência necessárias e temos oportunidades, o sucesso não devia estar ao alcance de todos? Não necessariamente! Um pode obter sucesso e o outro fracassar. Onde reside a diferença? Ela se resume numa palavra: atitude.
O escritor Charles Swindoll afirmou: “Atitude é dez porcento aquilo que nos acontece e noventa porcento a forma como reagimos. ”Viktor Frankl, neurologista e psicólogo austríaco, que escreveu acerca da sobrevivência nos campos de concentração nazistas, atribuiu sua habilidade em permanecer vivo à “escolha que uma pessoa faz em determinadas circunstâncias”.
Médicos concordam que a atitude do paciente – mais que a qualidade dos serviços de saúde– pode ser fator decisivo para recuperação de graves cirurgias ou ao lidar com doenças graves. Atitude positiva e otimista é tão importante quanto a cirurgia ou a medicação. Há mais de quatro anos passei por uma cirurgia de coração aberto. Decidi que se sobrevivesse faria tudo o que fosse preciso, incluindo o árduo processo de reabilitação, para recuperar-me completamente. Até hoje aquela decisão tem sido muito importante para minha restauração e boa saúde.
Apliquemos atitude ao trabalho. Seja em novo emprego ou nova tarefa, começar com entusiasmo, determinado a aprender o que for preciso para dominar o processo, disposto a confrontar e vencer obstáculos, a possibilidade de êxito será elevada. Não significa que o trabalho será fácil e nem apresentará desafios. Mas otimismo e confiança definitivamente influenciarão o resultado.
Vejamos alguns princípios das Escrituras Sagradas que oferecem recursos para uma atitude adequada:
Valorize o positivo e não o negativo. Vivemos cercado por más notícias, em que o desencorajamento e desespero espreitam a cada esquina. Para combater isso precisamos nos concentrar naquilo que traz esperança. “...Tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas”  (Filipenses 4.8).
 
Busque sabedoria. Às vezes as circunstâncias nos deixam perplexos, incapazes de determinar o que fazer ou o curso a seguir. Deus promete dar-nos direção. “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida”  (Tiago 1.5).
Descubra o plano perfeito mesmo na adversidade. Há dificuldades e calamidades que desafiam as explicações. Aqueles, porém, que confiam em Deus, têm a segurança de que Ele conhece os problemas e os usará para Seus divinos propósitos. “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito”
 (Romanos 8.28).
Próxima semana tem mais!



Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)

MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2009 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, inglês, italiano e japonês.

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Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Você é alguém em quem predomina atitude positiva ou sempre esta à espera de algo negativo? Em outras palavras, você é do tipo “copo meio cheio” ou “copo meio vazio”? 

2. Você ou alguém que trabalha com você mantém atitude otimista e positiva que contagia? Conhece quem sempre aparenta atitude negativa? Que impacto elas exercem nos demais?

3. Acha que o conceito de lidar com os desafios tendo uma atitude esperançosa e positiva, pode realmente fazer diferença?

4. Concorda que relacionamento com Deus pode ajudar a estabelecer e manter uma atitude positiva?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos: Jeremias 29.11; 33.3; Romanos 5.1-5; Efésios 3.20; Tiago 1.2-8; I João 4,4.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Estratégia de Gestão

Por Rick Boxx

CEO’s e executivos de grandes organizações têm acesso a larga gama de conselheiros e mestres em negócios. Muitos desses consultores surgem juntamente com as últimas ideias e modismos empresariais. Modismos, porém, surgem e passam, sendo substituídos por outras novidades e estratégias, geralmente de curta duração. Em seu rastro deixam confusão e práticas questionáveis, não arraigadas na sabedoria testada pelo tempo. 
Wes Cantrell, ex-CEO de uma corporação de mais de US$ 14 bilhões, que fabricava copiadoras vendidas no mundo todo, teve muitas oportunidades de utilizar algumas dessas ideias inovadoras.
Mas ele escolheu caminho bem diverso. Falando numa reunião de empresários e profissionais, ele fez uma afirmação que seus ouvintes devem ter achado surpreendente. Disse que seu estilo de administração e os princípios que seguia estavam baseados nos Dez Mandamentos
Ao invés de seguir práticas empresariais que mudam com o vento, Cantrell dirigiu a empresa com firmeza, usando estatutos que sobreviveram milhares de anos e enfrentaram incontáveis desafios. Como ensina o Salmo 119.98-99, “Os Teus mandamentos me tornam mais sábio do que os meus inimigos, porquanto estão sempre comigo. Tenho mais discernimento do que todos os meus mestres, pois medito nos Teus testemunhos.”
Os Dez Mandamentos são apresentados em dois lugares na Bíblia, Êxodo 20.1-17 e Deuteronômio 5.6-21. Os três primeiros mandamentos tratam do relacionamento do ser humano com Deus; os sete restantes oferecem princípios que podem ser aplicados a qualquer cenário empresarial. Por exemplo, o quarto mandamento nos ordena a observar o sábado. De maneira prática ele nos lembra que trabalhar dia e noite, sem pausa para descanso e restauração, significa acabar esgotado mental e fisicamente. 
Dificilmente apontaríamos defeitos nos Dez Mandamentos. Os mais controversos, é claro, são aqueles que exigem adoração e obediência exclusiva a Deus. Para ateus e agnósticos esta é uma grande pedra de tropeço. Mas nas Escrituras Deus explica a motivação prática para que Suas regras sejam obedecidas: “Tenham o cuidado de obedecer a toda a lei que Eu hoje lhes ordeno, para que vocês vivam, multipliquem-se e tomem posse da terra que o Senhor prometeu, com juramento, aos seus antepassados” (Deuteronômio 8.1). 
Se um consultor, como o citado, chegasse ao seu escritório e declarasse com grande convicção: “Se você seguir o que eu digo, sua empresa vai crescer e prosperar, e você terá mais sucesso do que jamais imaginou”? , você não iria pelo menos parar e considerar suas recomendações para ver como elas se ajustariam à missão e cultura de sua empresa? 
O problema é óbvio. Na próxima semana, no próximo mês ou no próximo ano, outra pessoa aparecerá para fazer declarações semelhantes, afirmando que sua proposta é a melhor coisa ocorrida desde a invenção da roda. Sim, modismos e macetes surgem e passam – tanto nos negócios quanto em outras esferas da sociedade. Diferentemente, porém, os Dez Mandamentos estão aí há milhares de anos e permanecem sólidos como rocha, guia consistente e confiável para orientação pessoal e profissional. 
Liderar uma organização requer sabedoria. Se você deseja construir sólida vantagem sobre seus concorrentes, seria sábio considerar o aviso de Wes Cantrell de estudar e aplicar a Palavra de Deus ao seu empreendimento, bem como à sua vida pessoal. E os Dez Mandamentos seriam um ótimo começo. 
Próxima semana tem mais!


Rick Boxx é presidente e fundador da "Integrity Resource Center", escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)

MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2008 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.

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Questões Para Reflexão ou Discussão  

1. De quantos dos Dez Mandamentos você lembra de cor? Procure na Bíblia e veja se algum deles não lhe é familiar.
2. Como você reage ao conceito de estabelecer princípios organizacionais de acordo com os Dez Mandamentos?
3. Afirma-se que as pessoas não precisam ser religiosas – ou espirituais – para descobrir o valor prático dos Dez Mandamentos. Analise cada um e tente parafraseá-los de forma a
adequá-los e relacioná-los ao seu cenário empresarial. Por exemplo, o quinto mandamento que afirma: “Honra teu pai e tua mãe”, poderia expor de forma diferente: “Mantenha o respeito
apropriado para com a autoridade”. Como você usaria esse processo em relação aos demais mandamentos, adequando-os à missão e cultura de sua organização?  
4.   Que impacto causaria no mercado de trabalho se todos concordassem em usar os Dez Mandamentos como fundamento para a maneira como conduzem os negócios?
     Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Deuteronômio 6.1-9; Mateus 22.36-40; João 13.34-35; 1 João 2.7-8; 3.11-24.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Não nos Deixes Cair em Tentação

Por Robert J. Tamasy
           
Tem acontecido atualmente com tanta frequência que já não nos surpreende: líderes proeminentes, políticos, executivos, esportistas e até membros do clero, cometendo infrações éticas ou pegos em meio a sérios escândalos. É o mundo em que vivemos! Ao longo da história, líderes reconhecidos e poderosos, caíram de suas posições de influência às profundezas de imensos fracassos.
Mas não seria essa a norma? Afinal não é o que diz o adágio: “Poder corrompe; e poder absoluto corrompe absolutamente”?

Podíamos argumentar que ninguém é perfeito. Ou usar como defesa: “Somos apenas humanos”. Embora sejam ambas verdadeiras em certa medida, não desculpam comportamentos antiéticos ou imorais. O fato de tais atos ainda chocar, ressalta a realidade que padrões éticos e valores morais ainda é o que esperamos de nossos líderes. A questão, porém, não é como convencer esses líderes a viver de acordo com exigências éticas e morais; mas como você e eu podemos permanecer fiéis àquilo que sabemos ser certo ou errado?  

Ao ler o “Manual de Negócios” atemporal, conhecido pelo nome de Bíblia, encontramos a seguinte avaliação da condição humana: “Não há uma só pessoa que faça o que é certo” (Romanos 3.10).
Ela não serve de justificativa para falta de integridade ou recusa em seguir regras morais comumente aceitas. Ao contrário, as Escrituras oferecem avisos e sugestões de como se ater – e manter – a elevados padrões de comportamento. 

Ninguém está imune. Anos atrás o líder de uma importante organização sem fins lucrativos declarou: “A única área em que jamais falharei é a dos relacionamentos”. Poucos anos mais tarde ele foi apanhado em adultério com sua assistente administrativa. A Bíblia alerta: “Portanto, aquele que pensa que está de pé é melhor ter cuidado para não cair” (1 Coríntios 10.12).  

Cuidado quando tudo estiver bem. Somos mais vulneráveis à tentação quando tudo está indo bem e sentimos que temos tudo sob controle. Em tempos assim, temos a tendência de confiar em nossa auto-suficiência, e deixamos de depender de Deus:“Eu me senti seguro e pensei: Nunca terei dificuldades.” (Salmo 30.6). 

Todos nós temos um escape. “Não pude evitar” - é a desculpa esfarrapada quando nos rendemos à tentação e falhamos ética ou moralmente. A tentação pode parecer grande demais, mas se olharmos para Deus, Ele nos capacitará a evitar levá-la para o passo seguinte: o pecado! “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel: Ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, Ele mesmo lhes providenciará um escape, para que o possam suportar” (1 Coríntios 10.13). 

Todos precisam de ajuda. “Sou fraco demais; não resisto à tentação”. Isso até pode ser verdade, mas se acreditamos na Bíblia, ela nos assegura que podemos ser fortalecidos por Jesus Cristo para fazer o que não podemos por nós mesmos:“Porque, quando perco toda a minha força, então tenho a força de Cristo em mim” (2 Coríntios 12.10). “

Próxima semana tem mais!

Questões Para Reflexão ou Discussão

1.  Como você reage ao tomar conhecimento de fracassos morais ou éticos de figuras públicas ou celebridades?
2.   alguma área de sua vida onde a tentação é mais forte do que em outras? Como você lida com tais situações? Há alguma área em que você acredita que jamais irá se render à tentação? 
3.  Você acredita que Deus pode providenciar um escape para a tentação sempre que necessário, não importa em que situação? 
4.  Que medidas você poderia adotar, em sua vida, para evitar áreas de fraqueza moral ou ética? Que conselho você daria a um amigo ou companheiro para ajudá-lo? 
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Mateus 6.13; 26.41; 1 Timóteo 6.9-10; Tiago 1.2-3, 13-15; 2 Pedro 2.9-10

Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Geórgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.  Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes.
MANÁ DA SEGUNDA® é uma reflexão semanal do CBMC - Conectando Business e Mercado a Cristo, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2011 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL - E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, inglês, italiano e japonês.
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